Setembro apresenta retornos negativos para o Bitcoin desde 2017: o que esperar

O mês de agosto caminha para se encerrar com uma alta de 13% no preço do Bitcoin (BTC). Contudo, as expectativas para o mês que vem não são animadoras. De acordo com os dados históricos, setembro tem apresentado retornos negativos para o BTC desde 2017.

De fato, o preço fechou no positivo este mês apenas em dois anos: 2015 e 2016. Os piores anos foram 2014 e 2019, quando o preço caiu 19,01% e 13,38%, respectivamente. O histórico de setembro, em termos de prejuízo, só é melhor do que o mês de março.

Histórico de retornos para o BTC em setembro. Fonte: Bybt.

Lateralização ou correção?

Apesar das tentativas do BTC de romper a barreira dos US$ 50 mil, o preço não demonstrou força para dar sequência ao movimento. Como resultado, o preço começou a entrar uma zona de lateralização entre a faixa de US$ 47 mil e US$ 50 mil.

Para o analista Michaël van de Poppe, esta lateralização pode continuar pelo menos até o começo de setembro. Nesse ínterim, o BTC deve enfrentar sua primeira resistência na região de US$ 48.312 e, se conseguir superá-la, tentar novamente a região dos US$ 50 mil.

Possíveis cenários para o BTC. Fonte: Michaël van de Poppe/Twitter.

Em contrapartida, o famoso analista PlanB aposta que a criptomoeda seguirá o “padrão” de setembro. Nesse sentido, o preço pode cair quase 9% e atingir o nível de US$ 43 mil.

“O preço de agosto vai de fato fechar abaixo de US$ 47 mil? No pior cenário, o BTC pode fechar setembro abaixo de US$ 43 mil, portanto não se preocupe (com quedas). A análise é baseada no modelo stock-to-flow (S2F), que estima o preço do BTC a US$ 100 mil”, diz o analista.

Curiosamente, a previsão de PlanB é logo abaixo ao último suporte estimado por van de Poppe. Mas qualquer valor abaixo de US$ 46.500 pode ser perigoso.

“O preço não fecha candles abaixo desses US$ 46.500 há bastante tempo e ainda não rompeu o topo dos U$50 mil. Por esse motivo pode ocorrer uma consolidação nessa faixa de preço para tentar romper e buscar novos topos. Mas se o preço romper abaixo (de US$ 46.500), a gente pode ter grandes problemas”, alerta Pablo Granier, do canal Investidor Moderno.

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