PIX movimenta mais de R$ 1 trilhão em 6 meses de atividade

Em 6 meses de operação, o sistema de pagamento instantâneo (PIX) já cadastrou mais de 87 milhões de brasileiros e transacionou mais de R$ 1 trilhão.

De acordo com dados do Banco Central do Brasil (BCB), apenas no mês de abril foram realizadas quase meio milhão de transações.

A adoção pelo PIX foi maior entre Pessoas Físicas (PF). Os usuários deste grupo representam cerca de 94% de todos os cadastros.

Sucesso em números

Lançado em novembro, o PIX cadastrou 41.216.580 brasileiros em seu primeiro mês de operação. Foram mais de 95 milhões de chaves registradas no banco de dados do BCB no início do programa.

Após 6 meses, o sistema exibiu um crescimento de 111,83%. Os mais de 87 milhões de brasileiros cadastrados representam cerca de 40% da população do Brasil.

Gráfico com número de pessoas cadastradas no PIX. Fonte: Banco Central do Brasil

O sucesso do programa é comprovado também através dos montantes transacionados: mais de R$ 1 trilhão.

Ao G1, o BCB informou que o PIX foi responsável por 51% de todas as transações bancárias do país no mês de abril. Esta é a primeira vez que o programa representa mais da metade das operações.

As demais transações correspondem a TED, DOC, boleto bancário e cheques. Segundo a instituição, esses dados não incluem operações realizadas por cartões de crédito.

Novas funções

Este mês, o Banco Central anunciou futuras funcionalidades no sistema de pagamento instantâneo.

A instituição planeja lançar no segundo semestre de 2021 o PIX Saque e o PIX Troco. Consultas públicas já foram abertas para debater sobre o assunto.

“Essa é uma funcionalidade que vai trazer muitos benefícios à população, principalmente às pessoas que vivem nas periferias, onde as redes de ATM (caixas eletrônicos) não são muito presentes. E, nas pequenas cidades também”, disse Ângelo Duarte, Chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BCB, ao G1.

Além disso, o BCB lançou o PIX Cobrança. O sistema permitirá o processamento de cobranças através de QR Code e datas futuras.

Por fim, o Banco Central do Brasil também discute a emissão do “real digital”. Segundo o presidente da instituição, Campos Neto, em breve novidades sobre o tema serão anunciadas.

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