Exchanges em maio movimentam R$ 11,9 trilhões em criptomoedas

O mês de maio foi histórico para as exchanges de criptomoedas. Juntas, as plataformas movimentaram um volume total de US$ 2,31 trilhões. Ou seja, cerca de R$ 11,9 trilhões na cotação em reais.

De acordo com dados levantados pelo The Block, o volume corresponde ao maior volume total já negociado em toda a história da indústria.

Além disso, maio foi o quarto mês consecutivo em que as plataformas para negociações registraram um volume superior a US$ 1 trilhão.

O levantamento feito pelo The Block analisou os dados das maiores exchanges de todo o mundo.

Exchanges em maio movimentam R$ 11,9 trilhões em criptomoedas

Comparando o volume de maio com o do mês anterior, o aumento mensal foi de quase 40%. Afinal, em abril, cerca de US$ 1,66 trilhão foi movimentado nas plataformas.

Binance e Coinbase na liderança

Conforme revelou o relatório publicado na segunda-feira (31), a Binance foi a exchange que mais negociou criptomoedas no mês passado, sendo a principal plataforma de negociações entre pares de criptomoedas.

Ao todo, foram mais de US$ 1,5 trilhão em volume movimentado. Portanto, aproximadamente 65% do total.

Em segundo lugar nesta modalidade de negociação vem a Huobi, com US$ 270 bilhões negociados e, em terceiro, a OKEx com US$ 241 bilhões.

Já entre as plataformas usadas para negociações fiat-cripto (moedas fiduciárias para criptomoeda), a Coinbase se destacou.

No total, a exchange negociou mais de US$ 200 bilhões no mês de maio. Em seguida, a Kraken aparece com US$ 100 bilhões e, por fim, a Upbit com US$ 79,6 bilhões.

Queda do BTC pode ter impulsionado movimentação recorde

Se maio foi histórico para as exchanges de criptomoedas, não foi diferente para o Bitcoin. Contudo, do ponto de vista negativo.

No mês passado, a criptomoeda registrou uma de suas maiores quedas da história, com mais de 37% de desvalorização. O BTC iniciou o quinto mês do ano cotado a US$ 58.200 e fechou maio sendo negociado a US$ 36.400. 

O desempenho só não foi pior do que a desvalorização de 40% registrada em setembro de 2011. A queda do preço do Bitcoin e das demais criptomoedas pode ter impulsionado a movimentação massiva nas plataformas.

Uma explicação provável é que, durante as quedas, investidores correram para se desfazer de suas criptomoedas por pânico. Enquanto isso, outros aproveitaram a correção para aumentar suas participações.

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