Analista aponta que o Bitcoin entrou em um novo mercado de baixa

O preço do Bitcoin caiu para uma baixa de vários meses abaixo de US$ 33.000, perdendo mais 50% do valor de sua alta histórica em novembro de 2021. Isso marca a segunda pior liquidação desde o mercado de baixa que durou desde 2018 para 2020.

Conforme apontou a analista Sarah Tran, os touros do Bitcoin definitivamente ficaram em segundo plano. Enquanto isso, o sentimento dos investidores caiu em medo extremo, segundo o índice de medo e ganância de criptomoedas.

“A principal criptomoeda parece ter entrado em um mercado de baixa. Afinal, a métrica de lucro/perda líquida não realizada indica que 32,5% do valor de mercado do Bitcoin é mantido como lucro não realizado. Essa métrica, que sugere baixa lucratividade, é típica da fase inicial a intermediária de um mercado em baixa”, disse.

Ainda segundo ela, em mercados em alta, como os de 2013 e 2017, a lucratividade agregada da rede caiu entre os recordes estabelecidos no segundo e no quarto trimestres.

“O índice MVRV, medido pelo valor de mercado dividido pela capitalização realizada, apresentou leitura de 0,85. Isso sugere que o mercado entrou em um território tipicamente visto em mercados de baixa”, disse.

Bitcoin

Citando dados da Glassnode, Tran enfatizou que, com base o MVRV, os touros precisariam correr para reverter o baixo desempenho. Caso contrário, os ursos podem continuar a dominar o mercado.

“O índice realized-to-liveliness também indica que não apenas o mercado está sendo negociado abaixo de US$ 39.200, mas o preço realizado está em US$ 24.200. Essa é uma tendência observada durante os mercados de baixa de estágio inicial e intermediário”, aponta

Além disso, Tran observou que, na semana passada, a soma total das perdas realizadas atingiu mais de US$ 7,57 bilhões. Conforme ressaltou a analista, este número é semelhante às principais correções do ano passado.

A Glassnode destacou ainda que o rebaixamento atual foi sustentado e teve perdas elevadas desde o início de novembro.

“No entanto, os detentores de curto prazo atualmente detêm aproximadamente 18,3% da oferta de Bitcoin. Isso sugere que grande parte da oferta da principal criptomoeda é detida por detentores de longo prazo, que não se incomodaram com a recente queda de preços”, afirma

Ainda, os dados sugerem que 6,04% da oferta de 81,7% mantida por detentores de longo prazo caíram em uma zona de perda não realizada. Trata-se do maior volume da oferta mantida por detentores de longo prazo desde o crash de março de 2020.

“O sentimento dos investidores está atualmente em um pessimismo histórico. Ele é pior do que os crashes de março de 2020 e dezembro de 2018”, finaliza

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