83% dos milionários millennials possuem criptomoedas e 48% vão investir ainda mais, revela pesquisa

A grande maioria (83%) dos milionários pertencentes à geração do Milênio, ou Geração Y, possui criptomoedas. Além disso, esses indivíduos estão planejando adquirir ainda mais criptoativos em 2022.

Foi o que revelou uma pesquisa recente do canal de mídia dos Estados Unidos CNBC que entrevistou pessoas com US$ 1 milhão ou mais em investimentos.

O levantamento também revelou que mais da metade (53%) desses indivíduos têm, pelo menos, 50% de sua riqueza em criptoativos. E quase um terço têm cerca de 75% de sua riqueza em Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas.

Millennials querem mais criptomoedas

De acordo com o relatório da CNBC, as posses em cripto dos milionários millennials (nascidos de 1981-1996) contrastam fortemente com as gerações mais antigas de milionários.

Isso porque apenas 4% dos baby boomers (nascidos de 1945-1964) possuem criptomoedas. Enquanto isso, mais de três quartos (75%) dos investidores da Geração X (nascidos de 1965-1980) não possuem qualquer criptomoeda, de acordo com a pesquisa.

“Os resultados sugerem que as criptomoedas estão criando uma vasta divisão geracional no investimento e na criação de riqueza. Enquanto as gerações mais velhas de milionários ainda são amplamente céticas em relação à criptoativos e seu futuro, as criptomoedas se tornaram a principal fonte de criação de riqueza e crescimento de ativos para muitos investidores mais jovens que entraram cedo e viram retornos rápidos”, diz o relatório.

O levantamento também descobriu que os milionários da geração Y não têm planos de desacelerar seus investimentos em criptoativos.

Afinal, 48% planejam aumentar suas posses nos próximos 12 meses. Enquanto isso, outros 39% planejam manter seus níveis atuais de investimento em cripto.

Por fim, apenas 6% dos milionários millennials planejam reduzir seus investimentos em criptomoedas no próximo ano.

Dilema para gestores 

Esse aumento do interesse por criptomoedas causa, segundo a CNBC, um dilema para empresas de gestão de patrimônios.

Afinal, a maior parte dos negócios de bancos privados, firmas de gestão de fortunas e consultores vêm de clientes mais velhos que não querem se expor aos riscos dos criptoativos.

No entanto, o futuro dessas instituições depende dos clientes da próxima geração, que querem moedas digitais.

“Não tenho certeza se o setor de gestão de patrimônios reconheceu que realmente precisa pensar nisso como gerações completamente diferentes. A maioria das empresas esperava ignorá-lo. Mas os milionários da geração Y não vão apenas ‘deixar’ as criptomoedas”, disse George Walper, presidente do Spectrem Group, que conduziu a pesquisa com a CNBC.

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